Camisa de Edmundo acaba em três horas

(fonte: Globo Esporte)

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[BP]Edmundo[/BP] anda mesmo em alta com a torcida. A camisa lançada para comemorar os 200 jogos do atacante pelo [BP]Palmeiras[/BP] já foram vendidas nas duas lojas credenciadas. Foram confeccionadas apenas 200 unidades.

Segundo um atendente da unidade do [BP]Palestra Itália[/BP], todas as [BP]camisas[/BP] foram comercializadas em aproximadamente três horas. O preço não era dos melhores para o consumidor: R$ 200.

A diretoria do [BP]Verdão[/BP], aliás, prepara uma nova “febre” entre os torcedores. Nos próximos dias, o clube deverá lançar a camisa com a estrela referente ao título mundial de 19[BP]51[/BP], homologado nesta sexta-feira pela Fifa.

Camisas de Goleiros

campos_shirt.jpgStrict rules governed what was and what wasn’t permissible in terms of colours and patterns. Goalkeepers in particular, until the rules were relaxed in the 1970s, were limited to green, blue, scarlet and white tops except for international matches, where yellow was the colour of choice. Green proved most popular simply because of the law of averages – very few teams wore green as their first strip. But it wasn’t until the turn of the century that goalkeepers began to take on a separate identity. Indeed, prior to the First World War, the only way a goalie was distinguishable from his teammates was by the fact that he wore a cap on his head – although it must be said that in 1909 Scottish goalkeepers were instructed to wear different coloured jersey from the rest of their teammates.

Extraído de um site fantástico. Leia o artigo completo.

Ponta de estoque da Umbro e da Olympikus

Pros fuçadores de camisas de futebol em Santa Catarina. Dica do Guilherme:

em SC (não me recordo a cidade) tem a fábrica da Umbro e, por vezes, eles vendem algumas camisas/produtos a preços muito bons. Outra informação que tive (essa não pude confirmar) é que a Kappa e a Olympikus tem lojas de ponta de estoque em Laguna/SC, cerca de 100Km de Florianópolis. Esse info, preciso ir até lá pra confirmar. MAs tb tem pordutos a bons preços segundo a informação!

Camisa do Dinamo Zagreb

De vez em quando aparecem umas jóias no Mercado Livre. Essa camisa é animal: do tempo em que o Dínamo ainda era da Iugoslávia. O logo é inconfundível: quem colava escudinhos de futebol de botão vai lembrar da vez em que a Placar publicou o escudo de 5 Dínamos. Veja mais detalhes aqui. O preço é meio salgado, mas o vendedor tem outras coisas mais econômicas e não menos interessantes.

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Camisa do Brasiliense

Os times brasileiros estavam contentes com um patrocinador por [BP]camisa[/BP] até que, em 2003, surgiu o Brasiliense, time apadrinhado pelo Luiz Estêvão – político e empresário. Que teve a brilhante idéia de promover as suas empresas através do Brasiliense – todas de uma vez só. O resultado foi esse:

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http://www.brasiliensefc.net

Desde então, todos os outros times pequenos do Brasil se permitiram transformar seus [BP]uniforme[/BP]s em macacões de [BP]Fórmula-1[/BP]. Até que agora o uniforme está um pouco mais elegante, mas ainda completamente poluído.

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Camisa do Anderlecht

[BP]camisa, Nike, adidas[/BP]

Como já falei em alguns posts anteriores, colecionar camisa é um misto de alegrias e decepções, às vezes quase simultâneos. A camisa do Anderlecht é um exemplo disso.

Quando eu era pequeno e as reportagens sobre futebol internacional eram raras, a cobertura dos campeonatos do Exterior era pequena, não se vendiam camisas de times estrangeiros no Brasil e poucos jogos de fora eram transmitidos por aqui, sem citar o fato de que não havia Internet – o nome e o escudo de um time, publicados na seção de escudinhos para [BP]futebol de botão[/BP] da Placar – tinham um peso muito maior do que hoje.

Eu me lembro que a Folha de S.Paulo colocava os resultados da Liga dos Campeões, da Recopa e da Taça UEFA em sua edição de quinta-feira – apenas os nomes dos times e o placar. E assim eu comecei a tomar conhecimento de times de outras partes – só através de seus nomes. E naturalmente, os nomes mais sonoros chamavam mais a atenção – Shaktar Donetsk, Glasgow Rangers, Bröndby, Malmöe, Dinamo Dresden, Anderlecht, [BP]Panathinaikos[/BP].

Assim, ler que “o Anderlecht, da Bélgica”, ou “o Panathinaikos da Grécia” venceram suas partidas, sugeriam uma alegria estranha, uma afeição por algo que mal eu sabia o que era – desde pequeno eu tive uma atração inexpicável pela Bélgica e pela Grécia. Com o tempo, fui descobrindo mais coisas – o Anderelcht é violeta, o Panathinaikos é verde, o símbolo é um trevo. E quando eu comecei a gostar de camisas, o objetivo natural era: eu quero uma camisa deles.

Aniversário de quinze anos. O presente, devido às boas notas: uma viagem pra Europa. Esperneei pra colocar a Bélgica e a Grécia no roteiro. Segurei grana a viagem inteira pra me assegurar que, assim que eu pusesse os pés da Bélgica (meio dia) e na Grécia (3 dias) eu compraria as camisas dos meus times amados e iria pro céu em seguida.

A cada parada, eu fuçava todas as lojas de futebol, mas o sonho das camisas amadas e o preço das outras segurava meu ímpeto – lembro-me que a camisa do Swaroski Tirol custava 100 dólares. Madri, Barcelona, Paris, Londres – e eu só queria saber de Anderlecht e Panathinaikos.

1989-h-07-f-ps.jpgO plano começou a fazer água quando houve um atraso na balsa entre Dover e Zeebrugge. Cheguei em Brugges à noite, com o comércio fechado, já conformado que não ia dar. Mas o golpe fatal foi dar de cara com uma loja – fechada, naturalmente – com a camisa ao lado exposta, sozinha em uma vitrine, com 50 holofotes. Não me lembro se eu cheguei a chorar, mas era o caso. Fomos embora, dali a uns 15 dias fomos pra [BP]Grécia[/BP], e o resultado você confere aqui. O fato é que eu voltei de mãos abanando.

Nessa época, meu pai viajava muito à Europa. Eu pedia as camisas, com as mais detalhadas orientações, mas ele não acertava uma – só vinham camisas falsas, que eu usava numa boa, mas usava puto por não ser a que eu vi no Guerin Sportivo filado da banca da Cidade Jardim.

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Mas numa das viagens que ele fez pra Londres, ele se redimiu. Eu acordei cedo pra ir pra aula, e dei de cara com a camisa do [BP]Anderlecht[/BP] em cima do sofá – ele tinha chegado de madrugada e colocou-a lá pra me mostrar. Até hoje eu não sei como ele acertou, já que ele não conhecia lhufas de futebol, não tinha paciência pra procurar camisas e não tinha ido pra [BP]Bélgica[/BP]. O fato é que agradeci tantas vezes quanto consegui pelo presente -e pela ajuda da Fada das Camisas de Futebol, que o guiou com tanta sabedoria.

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Mas não foi só isso. Em 2005, fui de novo pra Bélgica numa micro-pré-lua-de-mel. Não satisfeito com uma camisa só – quer dizer, a outra já não cabia em mim – virei a viagem de ponta-cabeça até achar uma maldita loja em Brugges que tivesse a camisa (foi mais ou menos como procurar uma camisa do [BP]Santos[/BP] no Rio). Resumindo: mesmo com o bico da minha atual esposa pelas horas consumidas e pelos 55 euros consumidos, papei a camisa.

Se você, leitor, tiver um testemunho semelhante, compartilhe conosco.

Mais um quiz – Nanopops de futebol

“Febre entre os aficionados por joguinhos virtuais, o game Nano Pops dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos expandiu fronteiras. Criado pela equipe de arte do GLOBOESPORTE.COM há menos de um mês, o irresistível passatempo virou mania na internet. E mais: ganhou uma comunidade no site de relacionamentos Orkut.”

O quiz tá aqui. Ainda não consegui adivinhar o bichinho verde na primeira linha, nem o cara entre o Zidane e o Materazzi.

Confira também o quiz das marcas da Copa do Mundo de 2006.

História da Le Coq Sportif

(fonte: Mundo das Marcas)

A história da marca começou em 1920 com o senhor Emile Camuset que produzia uma linha de acessórios esportivos na região de Romilly/Seine na França. Os produtos faziam tanto sucesso que as pessoas vinham de Paris e da Inglaterra para comprá-los. A marca Le Coq Sportif foi registrada em 1948 e seu logotipo era retangular na época. O único critério para os produtos da marca nesta época era a alta qualidade. Em 1951 a marca começou a patrocinar a corrida ciclística chamada Tour de France, onde ciclistas de 12 países vestiam camisas com a marca Le Coq Sportif. Ao mesmo tempo a marca patrocinava cerca de 80% das seleções africanas, fincando forte presença no continente. Em 1950 a marca ganhou seu primeiro logotipo que continha um galo em frente a um sol, dentro de um triângulo. Lacoste tinha um crocodilo como símbolo, porque a Le Coq Sportif não poderia ter um galo. Na Olimpíada de Roma em 1960, a marca introduziu um logotipo especialmente desenvolvido para esta competição, continha um galo dentro dos anéis olímpicos. A primeira aparição do logo foi um grande sucesso. A empresa reagiu rapidamente ao sucesso e resolveu remodelar seu logotipo, surgindo assim o galo dentro de um triângulo, utilizado nas linhas de shorts da empresa.

No ano de 1966, a marca que patrocinava a famosa competição de ciclismo Tour De France desde 1951, resolveu lançar oficialmente seu novo e remodelado logotipo. Ainda neste ano, na Copa do Mundo de [BP]futebol[/BP], realizada na Inglaterra, a seleção francesa ostentava o novo logotipo em sua [BP]camisa[/BP]. Em 1968 o logotipo da [BP]Le Coq Sportif[/BP] já estava bem conhecido, sendo utilizado em todos os seus produtos. Nesta mesma época a marca começou o patrocínio individual aos atletas. Seu primeiro atleta foi o jogador de tênis francês Patrick Proisy. De 1975 a 1980 a marca foi notícia dentro do mundo do [BP]tênis[/BP] ao patrocinar o tenista Yannick Noah, lançando coleções até então nunca vista no tradicional e clássico mundo do esporte. Em 1981 a marca tinha um garoto-propaganda extremamente conhecido, o craque do futebol francês Michel Platini.