Lojas de esporte no Centro

Na semana passada aproveitei que um evento na Fecomercio tinha acabado mais cedo e fui pro Centro Velho dar uma volta. Quando eu era moleque, meu pai tinha um escritório na 24 de Maio e o meu passatempo favorito era ir pra lá, ficar bricnando com a máquina de Telex, com o PC XT que ninguém sabia usar, e, lógico, fuçar as camisas das inúmeras lojas de esporte da região. Ao Amazonas, Esporte Líbero, Esportes Ipiranga, Casa do Esportista, Esportes Fabiano, Esporte Orestes…era uma atrás da outra. (nessa última, comprei esta jóia, no saldão).

Fiz o caminho de sempre, e vi que, se sobrou metade delas, foi muito. As lojas de chineses nas pequenas galerias, com camisas de origem duvidosa, está acabando com o público das lojas tradicionais. Na última, pouca coisa exposta (tava procurando uma calça de goleiro – só tinha da Pit Gol) e um evidente desânimo dos vendedores, que na ânsia de garantir a féria do dia, até me deram até um cartão – quiando eu era moleque, só faltava me colocarem pra fora da loja ao ver que eu fuçava, fuçava e não comprava nada.

Deu pena – e saudade.

Camisa retrô do Vasco

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Sou são-paulino e acho a camisa do São Paulo uma das camisas mais bem-resolvidas do mundo. Mas não posso deixar de dizer que a camisa do [BP]Vasco[/BP] está firme no páreo. Vejam essa camisa retrô – réplica da de 1948, quando o time ganhou o Torneio dos Campeões, o primeiro título internacional de um clube brasileiro. Tudo bem que é impossível fazer um desenho feio baseado na camisa do Vasco, mas a [BP]Reebok[/BP] mandou muito bem no corte e no tecido da camisa. Tou quase fazendo a loucura de comprá-la. Tem à venda no Mercado Livre.

Quando e onde usar camisas de futebol

No fim de semana passei por uma questão existencial, que gostaria de ter as opiniões da massa leitora.

Platense (Argentina)É claro que, sendo colecionador de camisas de futebol, eu não perco uma ocasião para usá-las. Sendo assim, todo fim-de-semana eu coloco uma, pego a chave do [BP]carro[/BP] e vou passear. Minha esposa até que compreende e aceita, fazendo ressalvas apenas quanto a algumas camisas um tanto exóticas como a do Platense, por exemplo. Porém, neste fim-de-semana, para ir no almoço de aniversário de um amigo, num restaurante sem frescuras, ela chiou quando eu empunhei o manto do Tottenham. A alegação: “a camisa está tão velha…”. E propôs uma camisa da Timberland, dessa com mangas compridas.

Tottenham Hotspurs (Inglaterra)Ora, eu tenho 32 anos. Tenho o resto da vida para usar roupas de tiozão que acha que (ainda) não é tiozão. E aqui no Morumbi, tem uma cacetada desses cavalheiros. Vá ao Jardim Sul, ao St.Marché, ao Parque Burle Marx. Tá cheio desses aí. Agora, vestindo jóias como a camisa do [BP]Tottenham[/BP], não tem um. Dispensei a da [BP]Timberland[/BP] e vesti a dos Spurs, e não fui apedrejado, as garçonetes me atenderam, me serviram bebidas alcoólicas etc.

A pergunta é: há situações onde não se deve usar uma boa camisa de futebol? Algum leitor pode mencionar algum momento exultante em que usou uma camisa de futebol?

(parêntese: eu casei com a do São Paulo por baixo do [BP]fraque[/BP])

Camisa da Lusa

Como vocês podem ver, andei dando uns tapas no site nos últimos dias – a última grande inovação foi disponibilizar o ranking do quiz para os que queiram ver e rever seus resultados. Enquanto isso, a pauta tem ficado um pouco prejudicada, mas prometo que aos poucos o ritmo dos posts volta ao normal.

Portuguesa

Olhando no Mercado Livre, achei uma camisa intrigante: [BP]Portuguesa[/BP], [BP]Finta[/BP], anos 80. Provavelmente ela foi produzida entre a fase Premier e a fase [BP]Mizuno[/BP] – que forneceu material para a Lusa em [BP]1988[/BP]. Não sei se a Lusa chegou a jogar com ela ou se foi só um estudo. Mas de qualquer modo, é tudo de bom, seguindo o estilo [BP]Adidas[/BP] de listas finas diagonais que a própria seleção portuguesa usava na época. Um clássico, quem sabe a Champs se inspira e faz algo parecido. A Lusa bem que tá merecendo.

Sem fábrica, Nike atrasa uniformes

(fonte: Máquina do Esporte)

Uma das maiores preocupações e dificuldades dos times de várzea é com a manutenção do jogo de uniformes da equipe. Com parcos recursos financeiros, essas equipes amadoras sempre têm um responsável por pegar o [BP]uniforme[/BP] após a partida, levá-lo à lavanderia e reutilizá-lo no jogo seguinte.

No futebol de alto rendimento, os grandes clubes não sofrem com o mesmo problema. Acordos milionários com fornecedores de material esportivo chegam a assegurar cerca de 5 mil jogos de [BP]camisas[/BP] durante um ano para um clube.

Pelo menos é isso que prevêem os acordos dos clubes de maior torcida do país. Além de um valor desembolsado em espécie pelas fabricantes, há um outro, que é calculado pela quantidade de uniformes cedida à equipe.

Recentemente, porém, o [BP]Corinthians[/BP] viveu uma situação inusitada. Em um determinado jogo do Campeonato Paulista, o clube usou o uniforme da coleção passada da [BP]Nike[/BP]. Na época, a diretoria alvinegra alegou que, por “superstição”, havia adotado a antiga vestimenta. Mas o motivo era bem diferente.

Neste ano, a Nike rompeu o acordo de produção de seus artigos com a fabricante Drastosa. Sem o fornecimento da fábrica, porém, a empresa de material esportivo não tem conseguido entregar novas peças a seus clientes. Sendo assim, o Corinthians ficou sem material para entrar em campo pelo Paulista.

A situação não é ruim apenas no clube paulista. Produtos feitos no Brasil com a marca da multinacional estão começando a rarear nas lojas. Alguns lojistas reclamam, nos bastidores, da ausência dos artigos nacionais para vender, uma vez que os produtos importados não conseguem concorrer no preço. O [BP]Flamengo[/BP] também sofre com a falta de uniformes.

Procurada pela reportagem, a assessoria de comunicação da Nike afirmou que a empresa não se posicionaria a respeito do assunto. Ao jornal “Folha de S. Paulo”, a Nike negou haver qualquer problema com o fornecimento de material esportivo para o Corinthians.

Enfim, Botafogo fecha patrocínio

(fonte: Máquina do Esporte)

A Liquigás é a nova patrocinadora do [BP]Botafogo[/BP]. O contrato entre as duas partes será assinado em um evento na noite desta sexta-feira, na sede de General Severiano. O contrato deverá ser, pelo menos, até o fim da temporada e os valores não foram divulgados.

O anúncio acerca do nome da nova patrocinadora não é uma surpresa, já que desde março a Liquigás era apontada como futura parceira do Botafogo. Especula-se que o clube deverá ganhar cerca de R$ 600 mil mensais. A marca da empresa será estampada na frente das [BP]camisas[/BP] de jogo.

“Esta é uma excelente estratégia para ampliar a exposição da marca no Brasil e no Estado do Rio, onde o Botafogo é um dos times mais conhecidos e com grande aceitação entre a população”, afirmou Antonio Rubens Silvino, presidente da Liquigás, em comunicado enviado à imprensa.

Desde o início do ano, o Botafogo não tinha nenhum patrocínio em sua camisa, desde que a Supergasbras e os Postos Ale não renovaram acordo. Essa situação fez com que a [BP]Kappa[/BP], fornecedora de material esportivo do clube, atrasasse o lançamento dos novos uniformes.

Ajax aposenta camisa 14

Notícia do site do [BP]Ajax[/BP] – em inglês. Dica do Benny.

In honour of [BP]Johan Cruijff[/BP]’s 60th birthday, on 25 April, Ajax have decided to retire the shirt with number 14. This was announced by chairman John Jaakke during a birthday dinner with the club’s management and Cruijff.
With the symbolical handing over of the shirt to Cruijff, number 14 will never more be worn by a player in Ajax 1 from the start of next season. John Jaakke: ,,Johan Cruijff has been invaluable for Ajax and he has given the club a worldwide name and fame. When you think of number 14, you think of Johan Cruijff. Therefore we retire his number as a tribute to a unique football player. Johan 60. 14 for ever.”

[BP]camisa, adidas[/BP]

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