Camisa do Real Madrid

Essa camisa é do Ronei, que conta a seguinte história sobre ela:

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Uma ex namorada que era russa, viajou para visitar os avós na frança (esses, fugidos do regime comunista, mas isso é outra história)..E lá tinha comprado uma camisa do Saint-Etienne para me presentear, pois coleciono desde os 11 anos… no caminho de volta, cruza com a delegaçao do Real Madrid no aeroporto. A aeromoça daquele vôo tinha ganhado a camisa autografada pelo Miguel Chendo, viu a minha ex ajeitando na bagagem a camisa do Saint Etienne, time que ela torcia fervorosamente….aí propôs a troca! Para minha sorte, a Ilena aceitou, sabendo o valor daquela jóia. Claro que vibrei com a coincidência, e a aquisição, mesmo não sendo um time que eu simpatize muito (gosto do Valladolid), pois produtos importados ainda eram difíceis de chegar aqui, principalmente certas marcas, ainda mais fora do eixo RJ – SP.

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A camisa tem detalhes de acabamento e qualidade MUITO superiores. Típica camisa usada por jogadores, que guardo com muito carinho, e uso pouco, até porque minha irmã contou a estória para minha noiva…Resultado, ela fica de marcação quando uso esse presente da Ilana.

O autógrafo? Sumiu nas mãos de uma empregada descuidada, mas bem-intencionada….

Se alguém tiver alguma história deste naipe envolvendo uma camisa de futebol e uma história pitoresca, manifeste-se: mande a história e fotos da camisa para shirts@1275.com

Seleção mexicana usou uniforme do Cruzeiro

Bela dica do Alisson:

Porto Alegre recebeu dois jogos na Copa do Mundo de 1950, ambos realizados no Estádio dos Eucaliptos, no bairro Menino Deus: Iugoslávia 4×1 México e Suíça 2×1 México. Apesar de derrotados, os mexicanos saíram com o carinho do público. A torcida mostrou simpatia não só por uma questão de latinidade, ou porque o time tinha como goleiro o lendário Carbajal. O motivo maior foi o gesto protagonizado pela equipe contra os suíços.

Como as duas seleções se apresentaram com uniformes de cor semelhante (o México de vermelho grená, a Suíça de vermelho sangue), a organização da Copa decidiu fazer um sorteio para definir quem teria que trocar de fardamento. Apesar de vencer o sorteio, o México optou por entrar em campo usando as camisas de uma equipe da cidade que tão bem havia recebido sua delegação. Do Inter não poderia ser, lógico. O Grêmio foi preterido porque sua sede na época era mais longe, no Moinhos de Vento. A honra coube ao Cruzeiro, então um dos clubes fortes da Capital (foi o primeiro a excursionar pela Europa) e localizado na Azenha. O time de coração do escritor Moacyr Scliar emprestou suas camisetas listradas em azul e branco.

camisa do México na Copa de 1950
Zero Hora.com

Saiu no Zero Hora.com

História triste da camisa da Sampdoria

Falei que ia contar a história triste e dramática da camisa da Sampdoria. Lá vai.

Lá pelos idos de 1995, eu já tinha começado a minha coleção, mas o ritmo das viagens internacionais da família tinha diminuído, e eu resolvi arriscar um anúncio na revista Guerin Sportivo sobre troca de camisas. Foi ótimo: recebi um monte de cartas – isso mesmo, cartas, nêgo precisava ser valente e ter uma paciência danada pra trocar camisas naquela época – e assim fui conseguindo camisas da Áustria, Argentina, Polônia, Israel, Chipre e por aí vai.

Nessa época, um dos objetos de desejo era a camisa vermelha da Sampdoria. E eu achei um italiano que tinha uma e topava trocar, mas queria uma do Brasil, a da Umbro, e a que tinha quatro estrelas. Gastei uma grana com a camisa – as do São Paulo eu comprava lá na Penalty, em São Roque – e mandei pro cara. Estou esperando até agora. Mandei cartas e mais cartas reclamando, e nada. Se fosse pela Internet, dava-se um jeito de dar um corretivo no fulano, mas na época, o único recurso que eu tinha era a Interpol. Só me restou soltar uma praga no fulano, para que na próxima encarnação ele fosse jogador do Brasilândia-DF.

Fuçando na web, achei a camisa de goleiro da Samp, na Kappa Store mundial. Não fosse a problemática do porte atlético que as camisas da Kappa exigem, eu encarava os 39 euros.

camisa de goleiro da Sampdoria - 2007 - Kappa

E achei esse colecionador de camisas da Samp, que tem não uma mas ALGUMAS camisas vermelhas.

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Vou tentar algum rolo com ele – torcendo para que não seja o mesmo cara de antes.

Atlético de Madrid quer romper com a Nike

Pena. Achei que a Nike acertou a mão nas camisas do Atletico. A centenária matou a pau.

camisa centenária do Atlético de Madrid - 2003 - Nike

O casamento entre o Atlético de Madrid e a Nike está próximo do fim devido às inúmeras diferenças e problemas que se multiplicaram entre as duas partes. Clube e empresa estão juntos há sete anos, desde o rebaixamento para a segunda divisão espanhola.

O clube espanhol estaria disposto a rescindir o contrato atual que só terminaria em 2009. As marcas favoritas para assumir a camisa o Atlético são a Puma e a Li-Ning. Porém, em 2005 a Joma esteve interessada e chegou a apresentar uma proposta de 2,7 milhões de euros (R$ 6,75 mi) por ano. Na ocasião, a Nike cobriu a oferta.

Divórcio, que parece iminente, terá como causa os problemas da marca americana em abastecer os pontos de vendas oficiais. O clube reclamou diversas vezes da falta de material esportivo até mesmo para a equipe.

Saiu na Máquina do Esporte.

Soccer 10 Shop – vale a pena?

O Junior Louzada me manda a dica desta loja: a Soccer 10 Shop.

A cara do site já me deixa com o pé atrás: template padrão de loja virtual em PHP, que qualquer um pode fazer em minutos. O fato do site ser argentino mas ter sua versão principal em inglês (só dá pra descobrir pela localização dos servidores) – e a ausência de um “quem somos” também me deixam encafifado.

O que pesa a favor: as camisas ANIMAIS que eles tem à venda: um belo sortimento de camisas argentinas; várias camisas retrô dos grandes times (um pouco duvidosas mas lindas); algumas camisas antigas (Boca ’95, Independiente’94), e naturalmente todo tipo de camisas da seleção argentina, desde as atuais até réplicas das copas de 78 e 86.

E os preços: a da foto tá 19 dólares.

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Algum leitor valente já comprou lá?

Momentos Edificantes dos Uniformes Esportivos (VI)

No capítulo de hoje: Austrália, 1992.

Nos anos 90, a Austrália ainda não tinha um nome a zelar no mundo futebolístico e podia se dar ao luxo de usar camisa como essa. O curioso é que, apesar do desenho bizarro, eu acho essa camisa interessante. Pena que na hora do vâmo-ver eles tenham usado uma camisa bunda da adidas. Dançaram: perderam pra Argentina na repescagem e não foram pra Copa de 94.

camisa da Austrália - 1993 - Kangaroo

Lembro de ter visto pela primeira vez num amistoso entre eles e o Uruguai, no Estádio Centenário. Fiquei empolgado com a camisa – com o time não: foi 2-0 pro Uruguai num jogo ruinzinho, ruinzinho – e na volta ao Brasil resolvi fazer um time de botão da Austrália. Eu sempre fui perfeccionista pra fazer os times, mas esse foi baba: foi só escrever “Austrália” com liquid paper, besuntar o dedo de tintas verde e amarela e esfregar atrás do botão.

Pra valentes interessantes na compra, tá à venda na Classic Football Shirts por 85 libras. Dica do Felipe.

Camisas da África do Sul e da Dinamarca

O Gabriel me mandou norícia do Football Shirts: eles estão divulgando as camisas da adidas para a Euro 2008. O diabo é que, até agora, mostraram o milagre mas não mostraram o santo – ainda não descobri nada em outros sites nem no site dos fabricantes. Nem mesmo a da Argentina foi divulgada oficialmente pela adidas, segundo o correspondente porteño. Assim, há chances destes desenhos serem fakes. De qualquer forma: gostei da camisa da Dinamarca (apesar dos Vzinhos da Hummel serem inesquecíveis), digeri a da África (a gola podia ser mais bonita) e curti a da Argentina (voltou às origens).

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