Penalty e São Paulo – aparentemente confirmado

Saiu no globoesporte.com, dica do Francisco Carlos, a aparente confirmação da notícia que tantos esperavam/temiam: a marca de São Roque irá fornecer os uniformes do São Paulo. Olha, a priori não tenho nenhum preconceito com a Penalty, tenho até uma grande simpatia pela marca. Mas penso que a Penalty vai ter que ralar pra atingir o grau de exigência do time e de sua torcida – e não estou falando só de fazer uma camisa bonitinha (no que a Penalty tem se mostrado irregular) – tou falando de distribuição (aparentemente nisso a Penalty manda bem), merchandising (aparentemente nisso a Penalty manda maomêno), ações de lançamemnto/comunicação (gostei bastante das ações feitas para o Vasco), posicionamento de marca (mandou muito bem na última campanha e nos filmes), exposição internacional (beeeem pouco) e afins. Além disso, muito do sucesso da parceria dependerá da relação entre clube e fornecedor (que já teve momentos de conflito quando “vazou” o lançamento de uma coleção antes que os clubes fizessem o lançamento oficial) e da orientação de seu Conselho Deliberativo (quem sabe um novo fornecedor convença os conselheiros sobre as vantagens de um uniforme 3). Enfim, desde já, boa sorte a todos os envolvidos!

Adidas Originals reedita camisas clássicas de clubes europeus

Nenhuma delas me causa alguma grande emoção (particularmente as do Real Madrid), mas a do Milan ficou interessante e a do Bayern ficou legal. Um relançamento que iria me emocionar mesmo seriam os do Olympique de Marseille dos anos 80, particularmente o modelo com manga três quartos, ou do Dynamo de Kiev da mesma época. Saiu no Futebol Marketing, dica do Dario.

Camisa 3 do Cruzeiro para 2012

A camisa retrô me trouxe sentimentos felizes e alegres à primeira vista. Agora, a camisa 3…vou precisar de algum tempo pra entender/digerir a arte nas estrelas. Por enquanto, nem com Underberg. Fotos da VIPCOMM, dica do Julio Cesar e do Patrick.

Camisa away do País de Gales para 2012

Faço minhas as palavras do Júlio César: não fossem as costas “lisas” em verde (exigência da UEFA/FIFA?), a camisa estaria 100% fantástica. Mas dá pra perdoar: camisas divididas meio-a-meio na vertical sempre funcionam. A bandeira galesa (Baner Cymru, como eles dizem lá) também dá uma inspiração batuta para uma camisa 3 explorando de alguma forma o dragão vermelho (o Ddraig Goch, como eles também dizem lá) estampado, como marca d’água, sei lá… Saiu no Football Shirt Culture.

Camisa rosa do Rangers

Mais uma camisa rosa no mercado: dessa vez é a do Rangers. O de sempre: série limitada, doação de parte do valor da camisa para uma instituição de caridade, etc. etc etc. Me pergunto se não tá na hora dos designers irem um pouco mais além e pensarem em um desenho próprio para a camisa rosa (usando tons de rosa? detalhes na gola? punhos? mangas?) ao invés de simplesmente fazerem uma camisa rosa padrão e colocar os logos de patrocinador e time. Saiu no Football Shirt Culture.

Camisa listrada do Santos para 2012

A espessura das faixas remete à das primeiras camisas (ou pelo menos das camisas retrô que a Umbro fazia) – logo, neste caso não podemos reclamar de eventuais invencionices da Nike. Agora, sobre o box preto às costas, e sobre a profusão de cores dos patrocinadores, fiquem à vontade pra meter o pau (tirando a cor bizarra da fonte, que pra mim pareceu uma manobra desesperada de deixá-la com a mesma cor do BMG e tentar dar algum equilíbrio ao conjunto. Fotos da Nike, do UOL e do Lance.

(aliás, uma coisa que eu nunca tinha entendido desde o lançamento da camisa branca, e que o release da Nike explicou, é que a fonte e o número das camisas desta coleção “foram cuidadosamente estudados e inspirados no estilo dos carimbos que identificam os contêineres do porto de Santos, o maior da América Latina.”, tipo da referência que explica mas não justifica)

Treta: jogadores muçulmanos do Newcastle e o patrocinador da camisa

Depois que o Kanouté recusou-se a usar a camisa do Sevilla com o patrocínio da casa de jogos 888.com, pelo fato de tal prática ser contrária às leis islâmicas, agora 4 jogadores do Newcastle – Demba Ba, Papiss Cisse, Cheick Tiote e Hatem Ben Arfa – recusam-se a usar a camisa do time com o patrocínio da Wonga.com, uma empresa de micro-crédito que, naturalmente, cobra juros (escorchantes, por sinal, de acordo com matéria do Daily Mail) em seus empréstimos, algo igualmente contrário às leis islãmicas. Saiu no Maillots de Sport.

Fico imaginando se algum deles jogasse no Brasil nos anos 80, época em que uma cacetada de bancos patrocinava times de futebol… – puxando pela memória: BESC, Banestado, Nacional, BDMG, Credireal, Banpará, Baneb, Banese, Banestes, BEG, BIC, Banrisul (nos anos 90), CAIXA (agora)…