Camisas da Joma no Uruguai

Sairam no página da Joma Uruguay imagens das novas camisa do Liverpool e do Wanderers, feitas pela marca espanhola. Bonitas, mais arejadas, mais arrumadinhas. Ponto.

Só uma coisa me incomodou: tirando Nacional, Peñarol e ocasionalmente alguns times com fornecedores maiores (Defensor e Penalty, por exemplo), os times uruguaios costumam ter uniformes um tanto rebeldes, quase folclóricos, tanto pelo fato de que fornecedores locais terem uma participação razoável no fornecimento (MGR, Starbade etc), tanto pelo fato de que, ah, sei lá, um país que tem José Mujica como presidente definitivamente não têm a reverência tradicional a instituições como guidelines de marcas esportivas (as 4 últimas fotos deste post, retiradas deste fantástico álbum, fariam um designer da adidas corar). Enfim, [MODE EDUARDO GALEANO ON] um pouco dessa irreverência pode se perder com fabricantes que com padrões mais restritos. [MODE EDUARDO GALEANO STILL ON]

[off] Transtorno obsessivo-compulsivo tem tratamento

Domingão à noite, tevê da sala ligada no Fantástico, aparece uma reportagem sobre TOC.

Parei pra ver – é um tema recorrente aqui na firma, sobretudo em épocas de apresentação de PPTs e aprovação de layouts (manjam o “põe esse box 2 pixels pra esquerda”?). Aí listaram as modalidades de TOC, e Drauzio Varela menciona o COLECIONISMO.

Me certifiquei que a minha mulher estava ocupada e voltei pra sala. E ai aparece um sujeito mostrando sua coleção de quatrocentas e poucas camisas do Palmeiras (video no site do Fantástico). Me certifiquei novamente que a minha mulher não estava assistindo o programa – não por TOC, mas pra não ficar com cara de bunda na frente dela, e comecei a refletir no quanto há de TOC na minha coleção de camisas (na minha, por exemplo, há casos quase clínicos como desfazer o negócio de uma camisa por que ela tinha uma estrela onde não devia), na minha trajetória de colecionismo (já colecionei selos, moedas, camisas) e na trajetória herdada (meu pai e meus irmãos colecionavam carros).

Enfim, minha paixão por camisas está em um momento em que eu não me angustio por ter feito uma viagem e não ter comprado nenhuma camisa, ou ter ido a um encontro e não ter trocado nenhuma camisa – mas acho que só cheguei neste momento após uma situação-limite em uma viagem, em que eu comprei uma camisa por pura gana (Audax Italiano, da Umbro), sem ao menos ter parado pra ver se eu gostava mesmo da camisa.

É claro se o colecionsmo for uma doença, eu não quero saber do remédio…mas a reportagem eventualmente pode dar uma luz pra quem está deixando de aproveitar as coisas boas da vida em nome dele. My two cents. 😉

Transtorno obsessivo-compulsivo tem tratamento

Domingão à noite, tevê da sala ligada no Fantástico, aparece uma reportagem sobre TOC.

Parei pra ver – é um tema recorrente aqui na firma, sobretudo em épocas de apresentação de PPTs e aprovação de layouts (manjam o “põe esse box 2 pixels pra esquerda”?). Aí listaram as modalidades de TOC, e Drauzio Varela menciona o COLECIONISMO.

Me certifiquei que a minha mulher estava ocupada e voltei pra sala. E ai aparece um sujeito mostrando sua coleção de quatrocentas e poucas camisas do Palmeiras (video no site do Fantástico). Me certifiquei novamente que a minha mulher não estava assistindo o programa – não por TOC, mas pra não ficar com cara de bunda na frente dela, e comecei a refletir no quanto há de TOC na minha coleção de camisas (na minha, por exemplo, há casos quase clínicos como desfazer o negócio de uma camisa por que ela tinha uma estrela onde não devia), na minha trajetória de colecionismo (já colecionei selos, moedas, camisas) e na trajetória herdada (meu pai e meus irmãos colecionavam carros).

Enfim, minha paixão por camisas está em um momento em que eu não me angustio por ter feito uma viagem e não ter comprado nenhuma camisa, ou ter ido a um encontro e não ter trocado nenhuma camisa – mas acho que só cheguei neste momento após uma situação-limite em uma viagem, em que eu comprei uma camisa por pura gana (Audax Italiano, da Umbro), sem ao menos ter parado pra ver se eu gostava mesmo da camisa.

É claro se o colecionsmo for uma doença, eu não quero saber do remédio…mas a reportagem eventualmente pode dar uma luz pra quem está deixando de aproveitar as coisas boas da vida em nome dele. My two cents 😉

Camisa retrô do Fortaleza, de 1974

Saiu n’ O POVO, dica do chico, e no site oficial do Fortaleza, a notícia do lançamento da camisa retrô de 1974 do Fortaleza.

Uma coisa me chamou a atenção nesta notícia: a camisa não é feita pela Stadium, mas por outro fabricante licenciado, a Fortaleza Store – e mesmo assim contou com apoio de mídia do clube.

É claro que os grandes fornecedores de material esportivo não querem dividir grana e atenção com outros fabricantes – Reebok/Penalty e Nike devem ter aceitado, com relutância, iniciativas como SAO Store (no São Paulo) ou Poderoso Timão e ShopTimão (no Corinthians) – sendo que esta última chegou a fazer a camisa dourada criada por torcedores que era originalmente uma proposta para ser um uniforme de jogo.

Mas é um modelo que faz a festa dos amantes de camisas de futebol, já que estes fabricantes tem mais liberdade para executar suas criações conforme o gosto do torcedor, com mais liberdade em relação à compliance de marca, por exemplo.

(e dos bolsos do clube, já que expande-se o sortimento de produtos licenciados sem que seja necessário depender da estratégia dos fabricantes oficiais – exceções feitas a marcas como Reebok e Lotto, que fizeram belíssimas coleções retrô para seus últimos times patrocinados).

Sobre a camisa do Grêmio para a Libertadores

Alguns leitores questionaram o porquê de não ter havido nenhuma menção à nova camisa do Grêmio para a Libertadores.

Além da já explicada questão do timing (como a camisa foi bastante debatida nos comentários, antes mesmo que eu fizesse o post, achei que o tema já tinha sido bem explorado), eu não sabia muito bem o que escrever: à primeira vista, era uma camisa praticamente igual à (bela) camisa atual. Uma investigação mais detalhada confirmou minha sensação: OK, ela evoca a camisa de 1983, tem gola em V, detalhes dourados, azul mais claro – mas pra mim não há nada nela de tão radical que caracterize um modelo especial para a disputa de uma competição – e não sei se o fato é consequência de falta de ideias do fabricante, de um briefing do tipo “a coleção nova atrasou, faz qualquer coisa só pra não jogar com a mesma camisa do ano passado” – ou mesmo de um “o [insira aqui um cargo de alto escalão do Grêmio] falou que é pra fazer assim”. Enfim, não vi o propósito dessa camisa não…

Camisa para a Libertadores

Camisa do Campeonato Gaúcho

Camisa away da França – parece que é ela

Segundo o maillotfoot, dica do Felipe_Diogo, tá confirmada essa camisa como sendo a camisa reserva da França para este ano.

Fico pensando: a camisa ficou bem legal, gostei dela, gostaria de tê-la em meu guarda-roupa. Mas não tem nada de genial em relação ao desenho, à modelagem etc – tem “apenas” como virtude o uso de uma cor interessante que, pelo fato de ser uma camisa de uma seleção (sem patrocinadores no peito, mangas, costas etc), fica muito mais valorizada do que se fosse em uma camisa de um time (onde os inúmeros elementos roubariam a atenção).

O que queremos demonstrar: é um tipo de job que valoriza demais o trabalho de uma marca, “chance” que fabricantes menores não têm – e esse processo retroalimenta a máquina, deixando Nike, adidas e afins com uma reputação cada vez melhor – e os menores com fama de fabricantes de “camisas de camelô” – mais pelos briefings recebidos, menos pela qualidade de seu trabalho. Enfim, coisas do mercado. Faz sentido?

Camisa do Sankt Pauli para 2013

Saiu no maillotfoot, dica do Julio Cesar, uma das camisas do Sankt Pauli para 2013. Apesar da certa idolatria que cerca o time pelo seu espírito rebelde, de vez em quando as camisas dão uma derrapada – a dessa temporada, que por sinal está em promoção no site do clube por 40 euros, ficou meio besta. Esta daí está um pouco mais esperta, com o [castelo/igreja/fortificação] do logo aplicado no lado esquerdo da faixa…mas acho que já tá na hora da Do You Football dar uma pirada nos próximos desenhos, não?

CAIXA pode ser o próximo patrocinador do Santos

Saiu no UOL Esporte a notícia de que o Santos negocia com a Caixa para atingir R$ 40 milhões de faturamento com patrocínio, à frente da Philco, Hyundai e Hypermarcas. Se o acordo for confirmado, a Nike vai ter que rebolar pra fazer camisas para Santos e Corinthians com identidade própria, a ponto de não serem confundidas… Que linha vocês acham que cada camisa devia seguir pra isso não acontecer? (o triste disso é que, provavelmente o caminho será deixar a camisa do Corinthians com a gola preta – acho que ela fica muito mais bonita com a gola branca e calções totalmente negros).

[merchan] Post do, hã, 8o dia útil

Na hipótese de alguém não ter gastado todo seu salário com cerveja, gasolina, pousadinha, ou entradas para o baile de Carnaval no clube de campo…seguem as ofertas da FutFanatics para este mês. O cupom é o mesmo: MINHASCAMISAS (a validade dele é até o dia 24 de fevereiro), mas a regra do desconto mudou: são 7% de desconto nas compras acima de R$ 99,00 (comprando no boleto, os 10% de desconto permanecem). Vamos a elas:

Monaco azul de 2012, da Macron;

África Unida, com os patchs de cada seleção;

• (pros exóticos) Camisa de treino vermelha do Brasil;

camisa de treino do Valencia;

Genoa branca, da Asics (importante: essa camisa é bem justa, fiquem de olho nas medidas que aparecem na página)

Na escolha do editor, eu iria em:

• (pra quem recebeu bônus) Benfica vermelha, adidas, gola pólo clássica;

• (um pouco mais em conta) Shaktar Donetsk de treino, branca, só com os martelinhos;


O resto das ofertas você confere aqui.