Black Friday na FutFanatics

Precisa dizer mais alguma coisa? Selecionamos 10 ofertas dentre a porrada de camisas em promoção (preços no boleto entre 64,31 e 119,51):

O resto das ofertas do Black Friday na FutFanatics você encontra aqui.

Já é Natal no Werder Bremen

O período de festas está se aproximando e com ele a maratona de compras e as dúvidas do que dar presente.  Porém, se você é torcedor do Werner Bremen já há um item que pode constar na cartinha para o Papai Noel: o kit especial de Natal do clube. Em 2012, a camisa titular teve o escudo envolto por uma árvore de Natal e vinha embalada em uma caixa especial. Já este ano a ideia é unir a família em um conjunto com peça adulta e outra infantil. Ambas as camisas vem com patches da Bundesliga e Hermes. E você já sabe o que vai pedir?

Kit de 2012

Singela homenagem ao Flamengo, campeão da Copa do Brasil

Com a vitória por 2×0 ontem à noite, o Flamengo sagrou-se campeão da Copa do Brasil de 2013. Nem parece mas foi uma trajetória longa: 11 vitórias, 2 empates e 1 derrota, 26 gols marcados e 9 sofridos, em campanha iniciada em abril (vitória sobre o Remo). Fico feliz por ter me parecido uma conquista “de raiz”, com um técnico prata-da-casa que conseguiu dar liga a um grupo de jogadores aparentemente esnobado pelo Mano Menezes. Parabéns ao Mengo! Fotos do UOL Esporte

São Nicloau, patrocinador oficial da camisa do Bari

Os argentinos do San Lorenzo têm o Papa Francisco na torcida e na camisa, já os italianos do Bari foram um pouco mais longe e colocaram São Nicolau, santo padroeiro da cidade para ser seu patrocinador oficial. Conforme postou o Passione Maglie, a equipe que hoje disputa a série B italiana na ausência de um patrocinador de peso apostou na imagem do santo acompanhada pela frase Bari: cidade de São Nicolau em italiano e cirílico. A ideia, além de reforçar o vínculo do clube com a cidade é promover Bari como cidade indicada para sediar o encontro entre o Papa Francisco e o patriarca ortodoxo de todas as Rússias, Kirill. Ainda segundo o gerente do clube, Gianluca Paparesta, o buzz gerado pelo novo patrocinador visa também chamar a atenção dos bolsos recheados de milionários russos, cuja nação tem o Santo em alta conta. Tomara que a presença de São Nicolau ajude os Galos que hoje namoram perigosamente com a zona de rebaixamento a escapar do descenso.

Camisa comemorativa ‘Italia ’90’ da seleção da Costa Rica

Saiu no Mantos do Futebol e Football Shirt Culture a camisa comemorativa ‘Italia ’90’ da seleção da Costa Rica. A ideia da Lotto, atual fornecedora de material esportivo da equipe em reeditar a indumentária usada em 90 é exaltar a classificação para Copa de 2014 e lembrar o 1º Mundial que a nação centro americana participou. Ao contrário do uniforme tradicional rubro e azul, a peça é listrada em preto e branco com a bandeira da Costa Rica no lugar no brasão da entidade futebolística e a inscrição “Hacemos história”. O manto comemorativo estreou com derrota para a Austrália (1×0) e ainda não se sabe se ele realmente será usado no Mundial mas é uma peça que exalta os feitos do país no esporte e caso a Costa Rica caia no grupo do Brasil ia ser um revival interessante.

Possível nova camisa do Flamengo

Saiu no Esporte Interativo a possível nova camisa do Flamengo. As três listras nos ombros e o aumento da largura das listras negras no dorso são interessantes. Gola estilo polo é ponto a favor, mas o que são estes detalhes em dourado?  Pela notícia a diretoria já gongou a peça. Além disso, a torcida achou o novo manto muito semelhante ao do Sport Recife que entra no portfólio da empresa para 2014. Razões suficientes para fazer a turma do fabricante voltar a prancheta para ajustes.  E vocês, o que acham?

Camisa do Brasil para 2014 – mais fotos

Fotos do Globoesporte.com e da Nike (mas não é só isso, tem um texto sobre ela após as fotos. Persevere e veja tudo!)

Retomando o que eu falava no outro post: há uma coisa que me incomoda e que ainda estou tentando descrever com os termos corretos pra não parecer ranzinza: o “nascido para jogar futebol” que há 7 anos está na camisa. Ele é desnecessário e está aporrinhando. Explico.

No fim dos anos 90, os fabricantes já haviam superado as limitações técnicas das listras-e-faixas e virtualmente qualquer coisa podia ser desenhada em uma camisa. A Umbro fez a memorável camisa de 94, com os brasões da CBF estampados em tamanho gigante, e de lá não saiu até 96, quando a Nike assumiu, com uma camisa simples e elegante, amarelo-canarinho, faixa verde nos ombros e só. O minimalismo daquele desenho era genial – qualquer outra camisa parecia um abadá perto da camisa de 97. Ponto pra Nike. E mais pontos vieram com a camisa de 98, igualmente elegante, embalada por um comercial que é provavelmente o mais sensacional da história dos uniformes esportivos. Onde exaltava-se a malandragem, a habilidade e a irreverência dos futebolistas brasileiros.

Ainda sobre as camisas: tivemos uma camisa sem frufrus em 2000 (provavelmente a camisa mais clássica do Brasil nas últimas décadas) e camisas ousadas em 2002 (a com os chanfrados do lado) e 2004 (com o número dentro da bola). Não havia qualquer elemento que evocasse o Brasil ou os brasileiros além das cores e do brasão da CBF – assim como nas outras seleções, independente das pirações dos desenhos de seus uniformes, não se esperava dos fabricantes que fossem tão à fundo na história das camisas.

Aí veio 2006. A camisa “evocava as origens”, com uma gola em estilo mandarim e um desenho mais singelo. Os puristas agradeceram pela segunda redenção da camisa brasileira. Começava a era da espetacularização dos lançamentos das camisas e suas fotos produzidas, e (no caso do Brasil) das primeiras exaltações ao povo brasileiro no uniforme da Seleção, na forma de um “Nascido para Jogar Futebol” na barra da camisa. Também houve outras atitudes simpáticas como as ações promocionais em Weggis, a pacata cidade que serviu como concentração para a seleção (onde, por sinal, um caminhão da empresa foi arrombado e teve seu material roubado). No entanto, aquela Copa ficou marcada pela festa nas cidades em que, em teoria, a seleção devia se concentrar – torcedores circulavam livremente pelo saguão do hotel e alguns jogadores foram acusados de abusar das noitadas, o que presume-se ter colaborado para a performance do time.

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A camisa não teve mudanças significativas até 2010 (o modelo de 2008 tinha gola em V e o “Nascido para jogar futebol” foi pra dentro da gola). A camisa titular da copa da África também tinha um desenho simples (gola careca, galão nas mangas), enquanto a camisa azul tinha bolinhas amarelas no peito. Era a volta gradativa das novidades, como a camisa preta (que não foi usada em jogos oficiais) e o uso de garrafas PET recicladas na composição do tecido da camisa. O “Nascido para jogar futebol” estava firme na gola.

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Em 2011 aconteceu a maior derrapada da relação, com uma fonte estranha, toda quadrada, e a “barra de download” nas duas camisas – sendo que o azul da camisa reserva transformou-se num inédito azul-turquesa. A faixa verde “passava a mensagem de ‘corpo fechado’, uma referência aos guerreiros indígenas que pintam o corpo antes de ir para a guerra.” O “Nascido…” estava firme na gola, além do canarinho estampado no verso do brasão, e não despertaram grandes atenções, mas os elementos nacionais que serviram de inspirações para as camisas começaram a ser questionadas com mais força, conforme post da camisa à época do lançamento.

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A camisa de 2012 voltou às origens, sem nenhum fato relevante que levasse a algum adereço extra – tirando o brasão na parte interna da gola. Foi bastante elogiada à época, talvez até pelo efeito negativo da camisa anterior (o popular “bode na sala”).

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E a camisa de 2013 também não teve firulas, com desenho evocando a camisa usada na Copa de 90. Seu desenho não era exclusivo da Seleção – outros times usaram aquele template como o Corinthians e o Internacional – o que poderia evocar alguma preguiça do fabricante. De qualquer forma, sem nenhum elemento que a tornasse mais “brasileira” (salvo o canarinho de dentro da gola, presumidamente relacionado ao tom do amarelo que voltou à camisa) foi uma das camisas mais interessantes feita pela Nike para a Seleção nos últimos anos.

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E vocês se perguntam: aonde este balanço irá nos levar? Para demonstrar que todo o ufanismo das frasezinhas de efeito e a “brasilidade” das inspiração dos elementos há muito não fazem o sucesso de um uniforme de futebol – tem mais a ver com o marketing do fabricante do que algo realmente que faça a diferença. E esse uso desnecessário das referências brasileiras na concepção do uniforme está banalizando nossas coisas. Do ponto de vista do marketing faz sentido, claro – mas na hora das camisas eu desligo meu lado de profissional da área e reitero: isso tudo é bullshit e não faz a mínima falta: a camisa de 2013 é genial e seria genial sem o canarinho na gola. Não é esse tipo de frufru que torna uma camisa especial.

Minha crença sobre o uniforme ideal variou muito ao longo dos anos: nos anos 90, a camisa ideal era “aquela que tivesse elementos exclusivos do time”; depois era “a camisa sem firulas”; depois era “a camisa que evocava a história de time”; depois as pirações da década de 90 voltaram a ser a bola da vez. Enfim, o mundo das camisas de futebol está cada vez mais próxima do mundo da moda, em que tendências vão e vem, e nem sempre uma camisa que era bonita continuará sendo bonita dali a um ou dois anos. Não é fácil fazer uma camisa como era há 10, 15 anos.

Nos últimos anos, Nike e CBF estiveram em todos estes extremos: já tivemos camisas modernas, com elementos locais, com elementos clássicos, piradas, minimalistas etc. Uma camisa para o time-sede de uma copa do mundo teria, na minha modesta opinião, a difícil tarefa de unir modernidade, tradição, autenticidade e simplicidade. Nâo é um briefing fácil de encarar, mas eu acreditava que a Nike conseguiria criar algo emblemático como a camisa da Itália de 2000 ou a camisa da Alemanha de 1990, ou a camisa da França de 2010.

Vou esperar fotos mais detalhadas para fechar meu veredicto – estou notando algumas coisas interessantes nas novas fotos como o tom do verde e do azul, ligeiramente esmaecidos, que aparentemente dão um ar retrô à camisa e valorizam o amarelo, dando a energia que parecia faltar nas fotos anteriores. Mas por enquanto, não vejo nada que arrepie o braço – torçamos para que até 2027, quando o contrato da Nike termina, a gente chegue lá.

Camisa do Brasil para a Copa de 2014

Sairam no página do Rei das Camisas fotos iguais às que o Eleté já havia mostrado no TSC – o que nos faz crer que, sim, é com ela que o Brasil jogará em 2014 (só estranhei o acabamento da camisa que o Rei mostrou, com uns fios soltos na aplicação do logo no verso da camisa, espero ardentemente que essa camisa seja alguma fake qualquer baseada no desenho original).

Enfim, seguem minhas impressões baseadas no que temos até agora – a camisa ficou com cara de pijama, essa gola fininha em Y não ajuda muito. Talvez o resto do conjunto (fonte da numeração, calção, meias etc) deixe a camisa com uma cara mais dinâmica. E assim como no caso do galo retrô da camisa da França, não sei quem teve a ideia de tirar o “Brasil” debaixo do logo – mas foi uma das melhores coisas que poderiam acontecer: 1) até um ET sabe que a camisa amarela com gola verde é do Brasil – assim, sem o “BRASIL”, a camisa fica com um elemento desnecessário à menos 2) ao mesmo tempo, fica claro que esta camisa é da Confederação Brasileira de Futebol, e não do Brasil – diferença sutil mas há muita gente que não se sente representada pela CBF.

Camisa do Inter de Santa Maria feita pela Adidas

Dica do Giancarlo e saiu na versão online do Diário de Santa Maria que o Inter de Santa Maria está bem perto de vestir a marca das três listras na próxima temporada. E como, segundo dirigentes, as negociações estão em estágio mais que avançado, os uniformes estão prontos e foram divulgados pelo Peleia FC. O template é o mesmo usado por times como Swansea City e Swindon Town apesar das outras opções apresentadas.  A camisa reserva é o layout clássico e limpo com as três listras nos ombros e gola careca. Agora, o item mais interessante é uma jaqueta estilo Originals com direito a Trefoil. Tomara que a loja virtual e a possibilidade de comprar os produtos do clube também pelo site da Adidas prometida ao Pelotas possa ser viável com o Inter.

As opções não aprovadas.

Camisa da seleção de Gibraltar

Mais nova integrante da UEFA, a seleção de Gibraltar conseguiu nesta semana um heroico empate sem gols ante a Eslováquia em sua partida de estreia. Feito pela Admiral, o conjunto com três camisas; no1: vermelha, no2: branca e no3: azul apresenta a “defiance strip” cuja inspiração vem de imagens da história do território e representa a rebeldia, tenacidade e pura força de seu povo. Já os gráficos que cruzam a faixa segundo o fornecedor simbolizam velocidade, dinamismo e sucesso. Apesar de todo o simbolismo que envolve este kit, a linha anterior produzida pela Hummel tinha ares mais condizentes com peças feitas para representar a seleção de um país.

Fotos: Admiral News, Daily Mail online e Amazon.com