Nike faz proposta para substituir a Adidas na seleção alemã

(fonte: Folha Online)

A fabricante de material esportivos norte-americana Nike apresentou uma oferta à DFB (Federação Alemã de Futebol) para equipar a seleção do país a partir de 2011 e substituir desta maneira sua grande rival, a Adidas.

“Uma oferta financeiramente muito interessante da empresa de artigos esportivos Nike foi apresentada à Federação”, afirmou o presidente da DFB, Theo Zwanziger, em um comunicado.

Segundo a imprensa alemã, a Nike, que patrocina o Brasil e outras seleções, propôs 50 milhões de euros por ano à DFB durante oito anos para fornecer camisas, calções e chuteiras aos jogadores.

Terceira colocada na Copa do Mundo-2006, a seleção alemã está historicamente ligada à também alemã Adidas. Porém em agosto a DFB teve que assinar um novo contrato com a Adidas para permitir que os jogadores optassem pela marca das chuteiras nas partidas da seleção, por causa da ameaça de alguns atletas de boicotar o amistoso contra a Suécia de 16 de agosto (3 a 0).

Venda de camisas

Recebi este email do Rafael Jordão.
Galera,

Faltam 210 camisas a serem vendidas na minha lista que segue em anexo.
Os preços foram reduzidos significativamente mais uma vez. As camisas
destacadas em amarelo são de jogo e as destacadas em preto estão
temporariamente reservadas.

Os preços não incluem o frete.

Quem tiver interesse em alguma camisa favor retornar o contato o mais
rápido possível.

Um abraço a todos!

Se alguém tiver interesse em conhecer as camisas, escreva-me que eu passo o e-mail dele.

Nanque…essa desconhecida

É uma marca tradicional argentina (acho), forneceu para times como o Nacional do Uruguai, o Peñarol, o Cerro de Montevideo e o Basañez. O último que eu tenho notícia é o Banfield, da Argentina. Fazem umas camisas no estilo anos 80, com o logo estampado ao longo dos braços. Os malditos não têm site. Se alguém souber qual é o endereço, ou tiver alguma camisa dessa marca, me avise por favor.

[]’s, F.

Nanque…essa desconhecida

É uma marca tradicional argentina (acho), forneceu para times como o Nacional do Uruguai, o Peñarol, o Cerro de Montevideo e o Basañez. O último que eu tenho notícia é o Banfield, da Argentina. Fazem umas camisas no estilo anos 80, com o logo estampado ao longo dos braços. Os malditos não têm site. Se alguém souber qual é o endereço, ou tiver alguma camisa dessa marca, me avise por favor.

[]’s, F.

A perda de uma parte do meu corpo

É mais ou menos isso que eu estou sentindo, após ter me dado conta que eu esqueci, no hotel onde me hospedei para um evento no fim de semana, minha camisa do Brescia, temporada 95/6, marca ABM, patrocínio CAB, mangas compridas. É o preço que se paga por ainda manter o hábito de usar as camisas, ao invés de deixá-las guardadas (hábito esse que não vou perder tão cedo). Prefiro acreditar que ela está no limbo, junto a camisa do Milan (temporada 91/2, adidas/Mediolanum), a da Holanda (Copa de 90) e outras que talvez eu ainda não tenha me dado conta que perdi – e que um dia vou encontrá-las todas. Enfim, coisas do futebol.

São Paulo avalia camisa em R$ 25 milhões

São Paulo e LG fazem hoje o casamento comercial mais vitorioso e duradouro da elite do futebol paulista, mas os dois têm números bem diferentes para avaliar o valor de mercado atual da camisa são-paulina.

“Pelas nossas contas preliminares, com os títulos que teve, com mais uma Libertadores, um patrocínio hoje na camisa do São Paulo poderia sair por R$ 25 milhões [por temporada]. Pediríamos isso. Na última renovação com a LG, os valores passaram de R$ 8 milhões para R$ 16 milhões”, diz Júlio César Casares, responsável pelo marketing do clube do Morumbi.

O último contrato, que se estende até 2008, já supera o acordo que a MSI conseguiu para o Corinthians com a Samsung e o que o Flamengo mantém com a estatal Petrobras.

“Não acho que os valores hoje alcancem R$ 25 milhões. Acho até que está inflacionado. Na última renovação, discutimos depois de títulos mais importantes que o Brasileiro, que foram a Libertadores e o Mundial. Mas a parceria entre São Paulo e LG vai muito além de patrocínio. São várias ações, camarote no Morumbi, promoções em viagens ao interior, ao Nordeste”, fala Eduardo Toni, gerente de marketing da LG.

Desde 1982, quando o São Paulo passou a usar patrocínio em seu uniforme, nenhuma empresa ficou tanto tempo com seu nome na camisa do clube. O acordo com a LG nasceu em 2001, na gestão ainda do ex-presidente Paulo Amaral –vieram em seguida duas de Marcelo Portugal Gouvêa e a atual de Juvenal Juvêncio.

“Foram vendidas no ano passado 148 mil camisas do São Paulo. Neste ano, foram 400 mil. São 400 mil propagandas da LG. A torcida do São Paulo é bem distribuída nas classes A e B, C e D e E. É a que mais cresce. Recebemos sondagens de três outras multinacionais querendo saber quando acaba o contrato”, relata Casares.

A LG destaca a valorização da marca do São Paulo, aponta aumento no seu faturamento no Brasil e aposta em renovação além de 2008. Já o São Paulo briga por mais verba até das TVs, como ocorre no Paulista.

“Nosso faturamento aumentou mais de 40% em um ano. Em 2004, foi de US$ 850 milhões. Em 2005, foi para US$ 1,4 bilhão. Em 2006, está próximo de US$ 2 bilhões. O São Paulo dá uma visibilidade muito boa, tanto que é nosso parceiro desde 2001 e mantivemos o patrocínio no período em que o time não ganhou títulos de expressão. Mas não é só por causa do São Paulo que crescemos assim”, declara Toni.

Segundo o homem do marketing da LG, a empresa e o clube têm imagens semelhantes. “O São Paulo é visto como um clube organizado, com planejamento. Há troca de presidentes, mas os compromissos são mantidos. Por isso a LG tem uma sinergia com o São Paulo. Pensamos em continuar com o clube. É normal outras empresas sondarem o São Paulo, assim como muitos clubes nos procuram, mas o São Paulo e a LG são muito parecidos”, diz.

A empresa de eletroeletrônicos tem camarote com 198 m2 e capacidade para 65 convidados no Morumbi, estádio no qual investiu cerca de US$ 1 milhão nas adequações do mesmo ao Estatuto do Torcedor.

O São Paulo estampa nas mangas de sua camisa o nome de uma rede de lojas de eletroeletrônicos, parceria que foi intermediada neste ano pela LG.

“A torcida do São Paulo, concordo, é a que mais cresce no Brasil. E os são-paulinos, claro, são grandes consumidores dos produtos da LG”, afirma Toni.

No contrato entre o clube a empresa, consta que a LG tem preferência na renovação.